O que tem Atenas a ver com Jerusalém: a filosofia no cristianismo primitivo

Leandro Passos

Leandro Passos

28 abr. de 2022

|

14 minutos de leitura

Na verdade, não foi a filosofia que manteve o cristianismo vivo por quatorze séculos, antes, foi o cristianismo que não permitiu que a filosofia perecesse. ¬– Étienne Gilson

Introdução

A relação entre filosofia e cristianismo costuma levantar muitas suspeitas. Há quem diga, por exemplo, que foi a filosofia a responsável pela perversão do cristianismo. Outros, não indo tão longe, mas ainda céticos em relação a sua utilidade, diriam que a filosofia é uma distração. Alguns não hesitariam em tirar da manga a exortação de São Paulo aos Colossenses:

Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não Cristo . [1]

O curioso é que, para o espanto de muitos – ou nem tanto – uma viagem rápida pela história revelará que a filosofia teve grande penetração no cristianismo. Como conciliar então essa realidade? O cristianismo é, de fato, uma religião corrompida pelas “tradições dos homens segundo os rudimentos do mundo?” Nossos pais transgrediram ou ignoraram a exortação do Apóstolo? Vamos voltar ao início e olhar para os padres da Igreja, especialmente para duas figuras muito importantes desse período: Justino de Roma e Clemente de Alexandria. A partir deles, tentaremos entender como lidaram com essa questão.

O cristianismo nasceu e se desenvolveu no meio de muitas escolas de pensamento em um contexto profundamente pagão. Pode-se dizer que o cristianismo emergiu na convergência entre três grandes culturas: judaica, grega e romana [2]. A mensagem encontrada nos textos bíblicos pode ser muitas vezes complexa, mas ao mesmo tempo é bastante simples: Deus, criador de todas as coisas, enviou seu filho, eternamente gerado, para viver neste plano e morrer, a fim de redimir nossos pecados, resumindo toda a Lei e os profetas em dois mandamentos: amar a Deus acima de todas as coisas e o próximo como a nós mesmos. Ele ressuscitou para cumprir sua obra e prometeu voltar fisicamente para reunir seu rebanho. Essa mensagem é fruto de revelação. Não há nada de filosofia nela. Não pode e não poderia ser concebida de outra forma. A questão que fica é como tal mensagem acabou se manifestando em declarações muito mais complexas e elaborações tão trabalhosas [3].

No seu início, a linha que separava a mensagem do evangelho e a filosofia era muito nítida. O evangelho era advindo da revelação; a filosofia, fruto do pensamento pagão. Com o avanço do cristianismo pelo Império Romano, e a convergência com as diferentes culturas, principalmente grega, uma elaboração mais precisa por parte dos pregadores da mensagem do evangelho foi requerida, tendo que lidar cada vez mais com novas situações e dificuldades vindas ‘de fora’ (i.e. dos cidadãos de língua e costume gregos). Para entender essa relação complicada entre a “nova religião dos judeus [4]” e a cultura greco-romana, nós precisamos entender o processo em que esse encontro aconteceu e se desenvolveu desde o princípio.

Alexandria

Algumas cidades tiveram grande destaque no desenvolvimento do cristianismo, como foi o caso de Jerusalém, Roma e Constantinopla. Uma cidade que desempenhou um papel fundamental para o desenvolvimento do que estamos chamando de " Pensamento Cristão" é Alexandria, cidade situada no Egito.

A cidade de Alexandria foi fundada por Alexandre, O Grande, e carrega seu nome. Ela é localizada em um lugar estratégico. O Egito era o maior país produtor de trigo na região do Mediterrâneo na época de Alexandre, e até a queda do Império Romano, Alexandria era o principal porto de exportação de milho para Roma. Isso explica a prosperidade econômica que a cidade logo alcançou, e a vida agitada que logo se tornou a cena principal [5]. Alexandria é a amostra perfeita do que podemos considerar no cristianismo primitivo como um todo: convergência de culturas (por vezes conflitos nada pacíficos), predominância das culturas grega e judaica, sob o comando do Império Romano.

A própria Alexandria era, na época, um grande centro da cultura grega. Havia inúmeras escolas. O mais famoso era o Museu, uma espécie de academia de homens. Lá estava localizada a maior biblioteca do mundo antigo. Nesse período de história antiga, religião e filosofia estavam se aproximando. Foi esse movimento de pensamento que fez de Alexandria a grande cidade do sincretismo. Nem o judaísmo nem o cristianismo permaneceram intocados por esse processo.

Muitos autores consideram a vinda de Cristo nesse determinado tempo como providencial. Paul Tillich chama esse encontro da Revelação, a encarnação de Jesus Cristo, com o mundo greco-romano da época, como Kairos [6]. Uma espécie de “prontidão do tempo e da história”. Em outras palavras, não foi por acaso que Deus encarnou neste mundo, nessa época.

Esse contexto da cultura grega, que promoveu o nascimento e o desenvolvimento de filosofia, foi descrito pelo historiador da igreja Stuart G. Hall da mesma forma. Segundo ele,

a noção primária de uma única Divindade suprema poderia soar verdadeira aos pensadores gregos e romanos; filósofos muitas vezes questionaram a verdade do politeísmo. A maioria dos pensadores sustentava que havia uma providência superior (pronoia) dirigindo o mundo. [7]

Descrições como essas apontam para um momento importante na história, um momento que mais tarde formará o pano de fundo da proclamação do evangelho.

O Conceito de Sabedoria e o Logos Estoico

A penetração da cultura judaica na cultura grega desempenhou um papel muito importante mesmo nos tempos antes de Cristo. O testemunho mais importante do contato entre a tradição de pensamento judaica e grega no Egito é a tradução grega do Antigo testamento, chamado Septuaginta. Os judeus perceberam, após a tradução da do V.T. para o grego, que eles tinham um instrumento poderoso para o trabalho missionário. Encontramos uma figura muito importante desse período, Fílon de Alexandria, o qual provê boas descrições sobre essa época, como é o caso de seu trabalho De Vita Mosis. Esta mistura não só introduziu novos conceitos, mas também alterarou os já existentes, como é o caso da "sabedoria".

Na época em que o cânon hebraico já estava praticamente fechado, novos livros foram aceitos no cânon grego, reconhecidos como “divinamente inspirados”. Tais livros são reconhecidos hoje como “Apócrifos”. Dos livros que foram incluídos no cânon grego, os livros de sabedoria que vieram mais tarde, começaram a introduzir certas definições e problemas concernentes à filosofia grega. Nos livros de apócrifos sabedoria – como o livro de Eclesiástico, de Ben Sira – o senso de sabedoria não é mais igual ao encontrado na antiga tradição judaica.

Em hebraico, a palavra "sabedoria" significava “orientações sensatas, prudentes para viver sob os olhos de Deus” [8]. Agora, para o Judeu tardio, "sabedoria" não significa mais a doutrina da sabedoria; ela se transformou em um ser pessoal, que agora é considerado o mediador da revelação [9].

De acordo com o teólogo alemão H. Kraft, o Velho Testamento entende o processo de salvação em termos de história ao invés de uma ideia. A especulação acerca da sabedoria tomou rumos consideravelmente distantes dos parâmetros usados por Salomão. E vai continuar caminhando mais longe ainda com o já citado Fílon de Alexandria.

Incrivelmente hábil e perspicaz, Fílon vai ser um dos responsáveis, talvez o mais notável da época, por usar o método filosófico, em grande medida platônico, na leitura das Escrituras Sagradas. Ainda assim, de acordo com Kraft, Fílon também vai levar a especulação acerca da Sabedoria muito mais longe. Conceito que as seitas gnósticas também vão se utilizar em suas definições.


"Qualquer verdade declarada por qualquer ser humano, em qualquer tempo e em qualquer lugar, é um resultado da influência do logos imanente dentro dele e é, portanto, uma verdade cristã."


Esse conceito de sabedoria como agente autônomo, responsável pela criação, pode ser relacionado sem grande dificuldade à doutrina estoica da estrutura da realidade. Para os estoicos, esse agente criativo, responsável pela conexão entre a realidade suprema e impessoal e esse mundo imperfeito, é sua ação etérea: o Logos. Muitas vezes traduzido como razão, o Logos é a causa que torna possível a mediação entre os seres e a realidade. Essa “ação” é conhecida em grego pela palavra “pneuma”. Tais termos filosóficos como “Logos”, “pneuma” entre muitos outros serão muito debatidos entre os cristãos.

Justino de Roma

Para uma análise de como os cristãos dos primeiros séculos lidaram com essas questões temos que nos mudar um pouco de Alexandria para outra cidade grega chamada Éfeso, para conhecer o jovem Justino.

Justino Mártir nasceu no início do século II em território grego, e ainda jovem foi para Éfeso estudar Filosofia. Ele vai descrever em seus escritos sua busca pela verdade através de uma jornada pela filosofia. Começou com um tutor estoico – ainda neste período a filosofia mais popular – mas passou para um professor aristotélico, que o decepcionou ao tentar cobrar-lhe muitos honorários. Foi então a um pitagórico, que exigia que ele conhecesse as ciências naturais, matemática, geometria e música. Percebendo que levaria muito tempo para dominar todo esse conhecimento, então ele decide abandonar o pitagórico. Então, finalmente, Justino foi estudar com um plantonista com quem estava bem contente, principalmente pelo lado religioso e místico das aspirações platônicas [10].

Justino descreve em seu Diálogo com Trifão que certa vez ele estava meditando à beira-mar e conheceu um velho que refutou a doutrina platônica da alma, e passou a falar-lhe sobre os profetas do Antigo Testamento que predisseram a vinda de Cristo. Justino ficou encantado com essa conversa e se converteu. Mas ele não entendeu que isso significa o abandono de suas indagações filosóficas, nem mesmo a renúncia de tudo o que havia aprendido com o platonismo. Ele considerava o cristianismo como "a verdadeira filosofia".

Justino fez um grande esforço para dar razão da sua fé e também para refletir sobre falsas doutrinas, como o gnosticismo, do qual ele foi um grande antagonista. A conclusão que chegou foi que os filósofos, quando alcançam conclusões verdadeiras – se verdadeiras –, é pelo fato de que toda verdade é uma verdade de Deus. Deus nos permite conhecer certos aspectos da realidade por meio de sua revelação. Esse conhecimento ele chamará de "sementes do Logos" (em grego, logoi espermatikoi).

Logos, um conceito muito desenvolvido na filosofia estoica, teve sua definição na segunda pessoa da trindade. Como no Evangelho de João, “o Logos era Deus e o Logos estava com Deus” (desde a criação do mundo). A revelação trouxe o significado correto do que o Logos deveria ser. Ela ensinou que toda verdade veio do Logos, ou Palavra, de Deus. Portanto, qualquer verdade declarada por qualquer ser humano em qualquer tempo, em qualquer lugar, é um resultado da influência do Logos imanente dentro dele e é, portanto, uma verdade cristã.

Ele diz:

(...) os ensinamentos de Platão são diferentes dos de Cristo, (…) eles não são em todos os aspectos similares, assim como não são os outros, estoicos, poetas, e historiadores. Pois cada homem falava bem em proporção ao que possuía da semente do Logos [logos espermatikos; o Logos inerente a todos os humanos], vendo o que estava relacionado com ele. Mas aqueles que se contradizem nos pontos mais importantes parecem não possuir a sabedoria celestial, e o conhecimento que não pode ser contestado. Todas as coisas que foram ditas corretamente entre todos os homens, são propriedade de nós cristãos... Pois todos os escritores foram capazes de ver as realidades obscuras através da semeadura do Logos implantado [spermatikos logos] que estavam neles. Pois a semente e a imitação transmitida de acordo com sua capacidade é uma coisa, e outra bem diferente é a própria coisa, da qual há a participação e a imitação segundo a graça que vem dEle [11]”.

Segundo Justino, assim como Deus separou para si um povo, os judeus, e deu-lhes a Lei; para os povos pagãos havia a filosofia, que servia como uma espécie de "preparação do terreno" pela providência divina para a proclamação do evangelho. A fim de garantir que o homem fosse capaz de receber e entender o evangelho, havia "sementes da Palavra", que era a base da verdadeira filosofia, que teria seu cumprimento na Revelação do Filho de Deus.

Clemente de Alexandria

Este conceito foi preservado e desenvolvido posteriormente. Uma figura que será responsável por grande parte disso está na grande cidade de Alexandria: Clemente. Clemente de Alexandria pode ser considerado o primeiro filósofo cristão propriamente dito. Notamos desde o início essa aproximação e convergência de pensamentos entre pagãos e cristãos. Mas em Clemente vemos pela primeira vez uma "Filosofia Cristã [12]". Uma construção sistemática e metodológica ao serviço da apologética cristã e também da própria doutrina. E esse desenvolvimento acontecerá exatamente no conceito de Logos.

Clemente provavelmente nasceu em Atenas, Grécia. Chegou à fé cristã pelo mesmo caminho que os apologistas: dedicou-se ao estudo da filosofia platônica, e por esse rumo ele se tornou um cristão. Lutou ferozmente contra gnosticismo. Assim como Justino Mártir definiu o cristianismo como "a verdadeira filosofia", Clemente o definiu como "a verdadeira gnose". Ambos apontam para a ideia de que o verdadeiro conhecimento não pode ser alcançado à parte da revelação, e que o cristianismo trouxe as respostas que os filósofos vinham procurando há anos. Mais uma vez temos a ideia de que assim como os judeus tinham a Lei, e a lei teve seu cumprimento na encarnação, da mesma forma os pagãos podem encontrar a resposta na encarnação do Logos.

De Clemente de Alexandria, apenas três obras inteiras sobrevivem: Protrepticus (Exortação aos Gregos); Paedagogus (O Instrutor) e Stromata (Miscelânea). Na Exortação aos Gregos ele argumentará, a fim de combater as crenças pagãs, que desde desde o início, o Logos pertencia à esfera da entidade eterna e divina de quem todos derivam sua existência. O próprio centro do pensamento de Clemente é a ideia de que, uma vez que aceitamos o princípio de que a revelação é o fundamento da filosofia e teologia, o centro de nosso interesse deve ser a doutrina de Deus como revelador [13] – em outras palavras, do Logos divino.

Deste princípio Clemente deduz – como Justino havia feito antes dele – que a tarefa da filosofia grega tinha sido preparar o Caminho para o Senhor antes que Ele viesse:

Antes da vinda do Senhor a filosofia era necessária para os gregos como forma de justiça; agora é útil tendo em vista a piedade (sendo uma espécie de educação para aqueles que devem receber a fé por meio de demonstração evidente) (…) ‘Seu pé não tropeçará', diz a Escritura (Pv 3:23), se você atribuir tudo de bom à providência divina, seja ela grega ou cristã. Pois Deus é a fonte de tudo o que é Bom; mas em alguns casos Ele opera diretamente, como no Antigo e no Novo Testamento, e em outros casos indiretamente, como através da filosofia. (...) A filosofia educou os gregos com uma vista para a vinda de Cristo da mesma forma que a lei educou os hebreus. Assim, a filosofia como construtora do caminho, preparou de antemão o que foi aperfeiçoado por Cristo. [14]

Aquele que deu a Lei e a filosofia aos homens é o Logos divino. Aqui Clemente está de acordo tanto com Fílon quanto com os apologistas. Mas Clemente está escrevendo em um época em que a campanha defensiva contra o gnosticismo teve profundos efeitos sobre mente da comunidade cristã. A própria ideia de gnose – sabedoria celestial –, estava sendo tachada de herética e anticristã. Clemente compromete-se a guardá-la para a Igreja Cristã, tornando clara a relação entre fé e conhecimento. Se um o homem crê, a própria natureza da fé o impele a buscar o conhecimento. Ele diz:

É natural que quem tem mãos segure, que quem tem olhos veja a luz. Da mesma forma, é natural que aquele que acreditou se esforce em conhecer, se ele deseja completar seu trabalho, e sobre o fundamento que foi colocado para produzir ouro, prata e pedras preciosas, mas ele não deve simplesmente afirmar que deseja alcançar – ele já está começando. E cabe não apenas pretender ser, mas realmente ser, à maneira real, iluminado e cheio de conhecimento; não apenas para levar o nome, mas em ato e profundidade por ter tomado o trabalho em mãos. [15]

A fé, então, é o fundamento sobre o qual o conhecimento pode ser verdadeiramente construído. A fé já contém o conhecimento em germe dentro de si, e o conhecimento é agora entendido como o aprofundamento da fé e penetração inteligente nos mistérios da fé.

Após uma melhor compreensão do contexto em que o cristianismo se desenvolveu, fica claro que havia um esforço entre os não-judeus, conhecidos como gentios ou pagãos, de língua e cultura gregas, para dar sentido à sua própria fé. Tanto Justino quanto Clemente demonstram que houve uma clara e intensa busca pela verdade, reconhecida por eles mesmos como causada pela graça, e, ao encontrar a verdade do evangelho, eles se esforçaram para reconciliar o caminho que trilharam com a verdade que encontraram.

Portanto, o pensamento pagão não é totalmente descartado, mas resinificado, fundando seu conceito de λόγοι σπερματικοὶ (logoi spermatikoi), concluindo que o fundamento de todo conhecimento é o Logos Divino. Todas as verdades que podem ser conhecidas pela revelação natural são como "sementes da palavra", que encontram sua plena realização na revelação do Logos encarnado: Jesus Cristo.

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[1] Colossenses 2:8 (ARC)

[2] Pheme Perkins, “The Thought-World of Early Christianity”, in “Introduction to the History of Christianity”, ed. Tim Dowley (Minneapolis: Fortress Press, 2018), 7-9.

[3] Étienne Gilson, History of Christian Philosophy in the Middle Ages (Toronto: Pontifical Institute of Medieval Studies, 1955), 3-5.

[4] Stuart G. Hall, Doctrine and Practice In the Early Church (Oregon: Cascade Books, 1991), 1-7

[5] H. Kraft, Early Christian Thinkers (New York: Association Press, 1964), 7-12.

[6] Paul Tillich, A History of Christian Thought (New York: Simon & Schuster, 1967), 33.

[7] Stuart G. Hall, Doctrine and Practice In the Early Church (Oregon: Cascade Books, 1991), 4,5.

[8] Tradução livre para 'prudent common-sense directions for living under the eyes of God'.

[9] H. Kraft, Early Christian Thinkers (New York: Association Press, 1964), 10-12.

[10] Henry Chadwick, The Early Church (New York: Penguin), chap. 4, kindle.

[11] Justin Martyr, Second Apology , 13. Em tradução livre

[12] Eric Osborn, Clement of Alexandria (New York: Cambridge University Press, 2005), 1-17.

[13] Józef Trzebuniak, On The Divine Logos, Introduction, Kindle.

[14] Clemente of Alexandria, Stromateis , 1:28. 1-3. Em tradução livre.

[16]Ibdem.

Original: Escrito por Leandro Passos

Imagem de Unsplash

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Revisão: Maurício Avoletta Júnior

O ponto de vista deste texto é de responsabilidade de seu(s) autor(es) e colaboradores direitos, não refletindo necessariamente a posição da Pilgrim ou de sua equipe de profissionais.


Leandro Passos

Leandro Passos

pós-graduado em filosofia pela Universidade de São Caetano do Sul, Fellow do Theopolis Institute. Cursando MDiv. no Reformed Theological Seminary, casado e membro da Smyrna Presbyterian Church


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